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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Coragem


Não é a grandeza de nossa fé que remove montanhas, mas nossa fé na grandeza de Deus.

É dele que recebemos a luz que nos ilumina e nos ajuda a ver o grande poder que existe dentro de cada um de nós.

Talvez o nosso maior obstáculo seja justamente a falta de fé em nós mesmos. De fato, se acreditarmos que não podemos conseguir algo, realmente seremos derrotados. Pelo contrário, se acreditarmos e perseverarmos na luta para obter o que desejamos, seremos vitoriosos. Não há barreiras para uma pessoa que age com fé em Deus, com determinação e perseverança.

Você é um convidado da vida e não um intruso no mundo. Faça o que estiver ao seu alcance para torná-lo mais belo e prazeroso.

Um pequenino gesto, uma simples ação, pode elevar o entusiasmo de quem está desanimado, reanimar aquele que está desiludido. Um simples aperto de mão confiante faz renascer, por a vezes, coragem de quem estava por fraquejar.
Dê ao mundo o melhor de si e você terá o melhor dele.

Padre Marcelo Rossi.

sábado, 4 de maio de 2013

Quem está pronto para spray de pimenta?

Salman Rushdie: Onde está a coragem moral? - Prosa - O Globo
Depois do artigo acima, minha dúvida virou certeza.
Há anos, escuto que os jovens são o futuro do Brasil, que essa geração é alienada, que nosso povo é manso e aceita tudo, que o povo não se revolta contra os abusos...
Outro dia, vi uma manifestação de professores ser dispersa com spray de pimenta e choques. Não sei porque, mas a imagem me pareceu familiar, como há quarenta anos atrás.
"Nossos heróis morreram de overdose". Mas "que país é este", onde velhas canções para lutas já vencidas permanecem atuais.
A impressão é que "nossos inimigos estão no poder", sendo que, agora, nossas vozes (música, intelectuais) foram silenciadas e não adianta gritar.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O que nossas esposas estão fazendo, enquanto trabalhamos?

Mais uma copiada do Padre Marcelo Rossi.

Um homem chegou em casa, após o trabalho, e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas.

Na sala de estar, a televisão ligada e o chão estava cheio de brinquedos e roupas espalhadas.

Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia
café da manhã na mesa.

Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja.

Será que a que a minha mulher passou mal? ele pensou.

Será que alguma coisa grave aconteceu?

Daí ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo do banheiro.

Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia.

Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijamas na cama, deitada e lendo uma revista.

Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou:

Que aconteceu aqui em casa?

Por que toda essa bagunça?

Ela sorriu e disse:

Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta:

Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?

Bem... Hoje eu não fiz nada, FOFO!!!!

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Estou fazendo o melhor

Tem dias que a gente acorda, cheio de energia, e 24 horas parecem insuficientes para executarmos todas as nossas metas. Em outros momentos, reduzimos o ritmo e o desânimo toma conta. Mas, há aqueles dias em que sentimos que tudo vale à pena, e que não estamos aqui por acaso. Temos uma missão, pessoal e profissional, que nos motiva a enfrentar os desafios e pensar: ESTOU FAZENDO O MELHOR! NO MOMENTO CERTO, NO KAIRÓS NO TEMPO DE DEUS. - Padre Marcelo Rossi

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Fazer a diferença no mundo

No trabalho em equipe, e também em nossas vidas, muitas vezes desperdiçamos muito tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas, e ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo, que deixamos de fazer a nossa parte; de fazer o que se espera de nós.

Se os outros não estão fazendo a parte que lhes compete, em vez de deixar-se influenciar por esta situação, escolha fazer o melhor, decida fazer a sua parte com excelência, porque dessa maneira você é quem influenciará as pessoas, ajudando a tornar a equipe e o ambiente de trabalho melhor a cada dia. - Padre Marcelo Rossi em Kairos

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Esmolas nunca resolvem

Concordo com o que Cristovam Buarque (@Sen_Cristovam) tweetou às 2:28 AM on sex, abr 19, 2013: Diferença entre Bolsa Escola e Bolsa Família é que primeira libertava,outra escraviza na necessidade da bolsa. (https://twitter.com/Sen_Cristovam/status/325118784832696323) Adquira o aplicativo oficial do Twitter em https://twitter.com/download
Seremos mais humanos quando educação for acessível a todos. Não digo apenas em palavras "mágicas" (por favor, obrigado), mas tornar o conhecimento de domínio público. Desconhecimento gera medo, fraqueza, desigualdade social.

sábado, 12 de maio de 2012

Por que parlamentares são assalariados?


Foi uma questão que me atormentou durante meses. Cheguei a sondar alguns parlamentares, bem renomados Chico Alencar (PSOL), Roberto Freire (PPS) e Cristovam Buarque (PDT), mas não tive coragem para questioná-los diretamente.

Comecei, então, a pesquisar, quando descobri os seguintes trechos na Constituição Federal, nos quais fiz questão de destacar algumas partes:

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:  (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
XI - a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)
Art. 39. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão conselho de política de administração e remuneração de pessoal, integrado por servidores designados pelos respectivos Poderes. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998) (Vide ADIN nº 2.135-4)   
§ 4º O membro de Poder, o detentor de mandato eletivo, os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória, obedecido, em qualquer caso, o disposto no art. 37, X e XI. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
VII - fixar idêntica remuneração para os Deputados Federais e os Senadores, em cada legislatura, para a subseqüente, observado o que dispõem os arts. 150, II, 153, III, e 153, § 2o, I;
Emprego dos sonhos: remuneração determinada pela Constituição Federal e fixada pelos próprios detentores do cargo. Imagine se você pudesse decidir o seu próprio salário.
Entretanto, não descobri os motivos dessa honraria. Caso semelhante de representação temos nas associações de moradores e condomínios, onde cada assembleia decide o valor justo, sendo que, na maioria, resolve-se pela simples isenção da cota exigida de todos. No meu condomínio, por exemplo, ninguém queria ser síndico, então estipulamos a isenção da cota para estimular voluntários (deu certo!).

Descobri, bem recentemente, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (http://www.mcce.org.br) que deu origem ao Projeto da Lei da Ficha Limpa. Atualmente, estão trabalhando em uma Proposta de Reforma Política bem ambiciosa, visto que, na minha opinião, tornará a democracia realmente acessível ao povo.
Sugeri a eles, que aproveitassem o "gancho", onde os próprios parlamentares votaram pelo fim dos 14º e 15º salários (talvez, para reduzir a exposição de tamanho absurdo), e priorizassem a campanha para tornar obrigatório um plebiscito ou referendo popular que julgaria a necessidade de aumento dos salários e benefícios dos parlamentares, ministros de Estado, Presidente da República e dos ministros do Supremo Tribunal Federal, ou seja, expurgar o inciso VII do Art. 49 e todos os similares da Constituição Federal, conquistando, desta forma, item a item da Reforma Política por eles concebida.

Afinal, sopa quente se toma pelas beiradas. :)

quarta-feira, 21 de março de 2012

Transporte escolar e passe estudantil

O Código Brasileiro de Trânsito estabelece diversas regras para habilitar veículos e condutores para realização do transporte escolar, dentre elas, destaco algumas:
1) inspeção semestral para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança;
2) cintos de segurança em número igual à lotação; e
3) aprovação em curso especializado, nos termos da regulamentação do CONTRAN.

Além dessas regras, o Município do Rio de Janeiro aplica mais exigências, conforme informa o Sindicato das Empresas de Transporte Escolar do Estado do RJ <http://www.sinterj-escolar.com.br/legislacao.htm>.

Quem faz uso desse serviço em empresa regular pode sentir-se tranquilo nos deslocamentos de seus filhos entre a residência e a escola, embora, provavelmente, estará pagando "caro". Entretanto grande parte da população carioca não possui condições financeiras para, também, proporcionar essa segurança a seus filhos.

O Estado do RJ resolveu parte do problema garantindo em lei a gratuidade aos estudantes da rede pública nos transportes coletivos <http://www.setrerj.org.br/legislacao/LEI_N3339_29DEZ99.pdf>. No entanto, como dito, resolve apenas parte do problema, pois os transportes coletivos não são obrigados ao cumprimento das regras para o transporte escolar, ou seja, não há qualquer segurança para as crianças. A insegurança fica assustadora quando as crianças da educação infantil misturadas aos maiores também fazem uso desse meio de transporte.

Os pais mais zelosos e disponíveis acompanham seus filhos nos deslocamentos residência-escola-residência, voltando, então, as dificuldades financeiras, cujas soluções são estapafúrdias para não dizer temerárias: crianças arrastando-se por debaixo das roletas, entrando por portas traseiras, enquanto os pais utilizam-se dos passes estudantis de seus filhos. As demais crianças são acompanhadas por outras crianças, fato que dispensa qualquer comentário.

Então, para que serve o passe estudantil, se apenas resolve problema dos pais?
Como proporcionar transporte escolar público?
Já dispensou um tempo para observar a entrada ou saída das crianças nas escolas públicas e privadas?

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Interpersonal relationship Grad - ItG

Há algum tempo, por força de cargo, semestralmente, realizava a avaliação de quase uma centena de subordinados com atribuições regulamentadas em normas da empresa. Essas avaliações observavam parâmetros pré-estabelecidos, mesmo assim, nessas ocasiões, preocupava-me que minha percepção sobre cada pessoa prejudicasse a atribuição de uma nota justa.
Em um curso de Pós-graduação patrocinado pela empresa, os alunos são obrigados a preencher um formulário-modelo para avaliar a participação dos demais colegas nos trabalhos de grupo. À primeira vista, um procedimento simples para quem está habituado a avaliar outras pessoas, entretanto o sistema de ItG escondia algumas armadilhas:
1) a divisão das tarefas não era equitativa;
2) as atribuições não eram regulamentadas;
3) as afinidades pessoais tinham grande relevância;
4) a concorrência por classificação influia na avaliação entre alunos;
5) avaliação de um aluno ausente ou pouco participativo tinha o mesmo peso dos demais;
6) os parâmetros eram qualitativos (pessoais) e não quantificáveis;
7) entre outras, desperta a desconfiança e aprofunda inimizades.

Mas qual seria a fórmula ideal?
Nem toda Filosofia do mundo conseguiria responder, vejam o problema que o Ministério da Educação enfrenta com o ENEM.
Porém, uma coisa aprendi naquele curso: "não existem respostas certas e sim perguntas certas, pois fazer as perguntas corretas é melhor que ter uma solução". Então, vamos tentar algumas questões:
1) por que os alunos precisam de uma nota individual em um trabalho em grupo?
2) para que classificá-los em um curso de habilitação?
3) qual seria a diferença entre o "sexto" e o "último", por exemplo?
4) quem define qual é o melhor trabalho?
5) deinteresse individual nos trabalhos em grupo redundaria em reprovação?
6) que critérios (quantificáveis) para se avaliar uma participação?
7) o que seria mais importante: participação ou avaliação?
Na minha opinião, se uma nota individual é indispensável somente um avaliador externo ao grupo poderia "comparar" as participações.
8) No entanto, qual seria a contribuição de um participante forçado e desinteressado no resultado do trabalho do grupo?
9) Existiria a possibilidade do trabalho ser prejudicado pelas concorrências individuais?
10) então, qual é o benefício que a empresa recebe da classificação de seus funcionários em curso obrigatório?